PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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I. Criados para a alegria

I. Criados para a alegriaSomos mais do que um acidente da evolução. Somos maiores do que o somatório de nossa parte biológica. Deus existe. Ele é bom! Ele nos ama. E nos fez à sua imagem para partilharmos de sua alegria. Ele assume um papel ativo em nossas vidas. Enviou seu único filho para restaurar nossa dignidade e nos conduzir de volta à sua casa.

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II. A missão do amor

II. A missão do amorDeus opera por meio de nós. Temos uma missão. Há um propósito neste mundo para nós: receber o amor de Deus e manifestá-lo aos outros. Deus busca curar um universo ferido. Convida-nos a sermos suas testemunhas e operários nesta obra.

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IV. Dois que se tornam um

IV. Dois que se tornam umNão fomos feitos para ficar sozinhos. Os seres humanos precisam uns dos outros e se complementam. A amizade e a comunidade satisfazem aquele anseio por laços de interesse comum e amor. O matrimónio é uma forma íntima e singular de amizade que convida um homem e uma mulher a amar um ao outro aos moldes da Aliança Divina. O matrimónio é um sacramento. O amor matrimonial é frutífero e ofertado sem reservas. Este amor está abarcado na imagem de fidelidade de Jesus à Igreja.

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V. Criando o futuro

V. Criando o futuroO casamento deve ser fecundo e aberto às novas vidas. As crianças modelam o futuro, da mesma forma que elas mesmas são formadas em suas famílias. Sem as crianças não pode haver o futuro. Crianças criadas com amor e orientação são a base para um futuro de amor. Crianças feridas prenunciam um futuro ferido. As famílias constituem o fundamento para todas as outras formas de comunidade. As famílias são igrejas domésticas, lugares no quais os pais auxiliam os filhos a descobrirem que Deus os ama e tem um plano para a vida de cada um.

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VI. Todo amor dá fruto

VI. Todo amor dá frutoNem todos são chamados ao matrimónio. Mas toda vida é destinada a ser fecunda. Toda vida tem o poder e a necessidade de nutrir nova vida – se não for por meio da geração e criação de filhos, então por outros meios vitais de doação, realização de obras e de serviços. A Igreja é uma família com diferentes vocações, cada uma distinta, mas cada uma necessita das outras e se apoiam mutuamente. O sacerdócio, a vida religiosa e a vocação do celibato laical enriquecem e são enriquecidos pelo testemunho do estado matrimonial. As diferentes maneiras de ser casto ou celibatário fora do matrimónio são formas de doar a vida ao serviço de Deus e da comunidade humana.

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