PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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Encontro do Patriarca de Lisboa com a Pastoral Familiar da Vigararia de Sacavém

Foto cedida pelo jornal Voz da VerdadeNo âmbito da visita pastoral à vigararia de Sacavém, o Sr. Patriarca, D. Manuel Clemente, encontrou-se no passado dia 18 de Outubro de 2013, com a pastoral familiar desta vigararia. Desta noite partilhamos as notas que tirámos bem como as fotografias que o Jornal a Voz da Verdade gentilmente nos cedeu. Este encontro começou com a caracterização da pastoral familiar nas paróquias da vigararia ao que se seguiu o comentário do sr. Patriarca à Pastoral Familiar. Antes de terminar houve ainda a oportunidade para os presentes colocarem algumas perguntas às quais D. Manuel respondeu.

Notas sobre o comentário de D. Manuel Clemente sobre a Pastoral Familiar

É na família que se aprende o que é a Igreja.

Quando se fala em Pastoral Familiar não se fala de uma especialidade, fala-se de algo geral, transversal a toda a comunidade eclesial. O Papa João Paulo II mencionou "A Igreja há-de ser uma família de famílias".

A Igreja é pensada enquanto família dos filhos de Deus. Filhos do mesmo Deus e irmãos uns dos outros. Aprender a viver em família é essencial na vida da Igreja.

A preparação para o matrimónio começa na infância, na forma como os filhos vêem o casamento dos pais, como estes acompanham os filhos na catequese. Ao longo da vida toda a realidade familiar continua presente e deve trabalhar em "rede familiar".

A nossa sociedade está mal. Com ligações familiares muito frágeis. O próprio matrimónio é tratado como uma espécie de contrato a prazo. Porque se fala de um sacramento, é necessário vivê-lo em Cristo, é necessário estar disponível para servir os outros, para aprender a viver à maneira de Jesus Cristo: "se se casarem, casem-se em Cristo" como dizia S. Paulo.

Assim, na nossa ação pastoral importa refletir sobre cada uma das seguintes perguntas:

  • Em cada um desta comunidade, acontece ou não a presença da dimensão familiar?
  • Olhamos para os paroquianos à peça ou no contexto familiar?
  • Pensamos ou não na vivência familiar de cada pessoa?
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