PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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E os dois serão uma só carne

E os dois serão uma só carneNo passado dia 19 de Novembro, foi lançado o livro “E os dois serão uma só carne”, um curso para noivos e reflexões para casais. Este livro foi inicialmente pensado para divulgar os apontamentos que o Pe. Ricardo Neves, pároco do Estoril, usava nos seus cursos para noivos e que muitos outros sacerdotes também adotaram ao longo dos últimos anos. 

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50 anos da Humane vitae: uma boa notícia (continuação)

50 anos da Humane vitae: uma boa notícia (continuação)(Continuação do texto publicado no Familiarmente de Novembro de 2018)

Por outro lado, se a maioria das pessoas não vê como problemático o uso da contraceção, então “Quem poderia reprovar a um governo o fato de ele aplicar à solução dos problemas da coletividade aquilo que viesse a ser reconhecido como lícito aos cônjuges para a solução de um problema familiar?” (HV, 17)

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Advento, tempo de espera de preparação para o acolhimento da nova vida e a celebração do primeiro Natal

Advento, tempo de espera de preparação para o acolhimento da nova vida e a celebração do primeiro NatalEstamos próximos da celebração do nascimento do nosso Salvador e somos agora convidados a preparar este acontecimento. Este ano, na nossa família, o Natal terá um sabor diferente: é o primeiro após o nascimento da nossa primeira filha, da primeira neta dos nossos pais, da primeira sobrinha dos nossos irmãos… Devem imaginar a alegria! É previsível que essa alegria se traduza em “montanhas” de prendas e isso preocupa-nos. Este ano as prendas dizem-lhe pouco, mas gostávamos de criar um precedente de contenção. Partilhamos convosco a nossa reflexão para este tempo de preparação e de convite ao nascimento.

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Oração em família

Oração em família

No contexto do 2º ano da recepção sinodal dedicado ao aprofundamento da vivência da “liturgia com lugar de encontro”, o Sector da Pastoral da Família gostaria de ajudar as famílias a redescobrirem-se como Igrejas domésticas. Seria bom que este ano fosse um incentivo a que cada família cultivasse alguns espaços e lugares para uma liturgia familiar. Para ajudar as famílias nesta missão, propomos uma oração mensal para se fazer em casa com a família reunida. 

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50 anos da Humane vitae: uma boa notícia?

50 anos da Humane vitae: uma boa notícia?No dia 25 de julho de 1968 passaram 50 anos da publicação da Humanae vitae. Foi talvez o documento da Igreja mais mal-aceite e mal compreendido pela Igreja. Depois da revolução do maio de 68, tudo parecia encaminhar-se para a Igreja vir a aprovar o uso de contraceção. Até uma boa parte dos bispos e toda a comunicação social partilhavam esta convicção. No entanto, no meio de um forte combate espiritual, o Papa Paulo VI veio a Fatima, como que pedir conselho à Mãe, sobre que decisão tomar a este respeito e que rumo dar à Igreja para ser fiel à sua missão de revelar Cristo no mundo. Foi assim que publicou a versão que hoje conhecemos da Humane vitaee que não foi a versão mais popular, como sabemos. Mas foi sem dúvida a mais fiel e mais sábia!

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Ecos familiares da carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral 2018-2019

Ecos familiares da carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral 2018-2019No início de Setembro, o Cardeal Patriarca, D. Manuel Clemente, escreveu aos Diocesanos de Lisboa uma carta pastoral na qual nos mobiliza para o propósito de aproveitar este ano pastoral para “VIVER A LITURGIA COMO LUGAR DE ENCONTRO COM DEUS E TAMBÉM DA COMUNIDADE CRISTÃ ENQUANTO POVO DE DEUS QUE CELEBRA”, de modo a prosseguir o objetivo transversal de “FAZER DA IGREJA UMA REDE DE RELAÇÕES FRATERNAS”, conforme definido na Constituição Sinodal de Lisboa (n. 47 e 60, respetivamente).

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Esperança - Familiarmente Julho 2018

Esperança - Familiarmente Julho 2018Hoje em dia, muito frequentemente, o homem (ser humano) não sabe o que traz no interior da sua alma e do seu coração. O homem procura-se a si mesmo numa certa insegurança acerca do sentido da vida e a dúvida transforma-se em desespero, pois falta-lhe a esperança. Esperança de ser capaz de construir um futuro melhor, mais pleno de recursos e de segurança.

É reflexo desta problemática a questão da natalidade em Portugal, sabendo-se que os casais gostariam de ter mais filhos mas adiam a decisão por razões económicas e por ser difícil conciliar a vida pessoal com as exigências profissionais. Ora os jovens de hoje ao se colocarem perante os desafios da natalidade precisam de confiança, audácia e do sentimento mais nobre que tudo abarca, que é a fidelidade, um valor tão relegado para último plano num mundo descartável como aquele em que vivemos.

“Não tenhais medo! Abri, ou melhor, escancarai as portas a Cristo!” são palavras que, em Outubro de 1978, escutámos do recém-eleito Papa João Paulo II. Há quarenta anos, decerto todos de uma forma geral, mas especialmente os jovens, ficaram tocados com esta lufada de ar fresco que dava à Igreja um novo impulso e ninguém imaginava quão longe levariam estas palavras e que caminhos belos se abririam entretanto.

Todos sentimos uma grande esperança, isto é, todos nos sentimos revigorados e confiantes nas capacidades de cada um para abraçar novos desafios, sendo o maior, o desafio de uma nova evangelização, esclarecidos por uma sempre necessária Catequese de Adultos onde se dissipem as dúvidas e se compreenda o sentido de Deus que, por seu Filho Jesus, nos convida a apostar na vida contra o pecado e contra a morte.

“Abri os vastos campos de cultura, de civilização e de progresso! Não tenhais medo!” são ainda palavras de João Paulo II que impulsionam, que nos enviam com entusiasmo e com uma grande confiança. Por isso questiono-me sobre a disponibilidade de muitos que hoje não põem os seus talentos a render, ou seja, não oferecem as suas capacidades do “saber” para combater a preferência pelo “ter”. Para quando voluntários para um “Banco de Tempo”, em que cada um pode dar do seu tempo e do seu saber?…

Há quarenta anos, tal como hoje com o Papa Francisco que é tão amado tanto por crentes, como por indiferentes, somos chamados a levar a esperança aos mais tristes e desesperados, com as palavras de Jesus Cristo, anunciando a Boa Nova de uma vida com sentido aqui na Terra, na esperança da vida eterna na intimidade com Deus nos Céus.

Diácono JPauloRomero


Ainda na edição do Familiarmente deste mês de julho de 2018:

Missões Familiares Católicas |  Arraiolos

ENS – Encontro Internacional Fátima 2018