PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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Ecos familiares da carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral 2018-2019

Ecos familiares da carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral 2018-2019No início de Setembro, o Cardeal Patriarca, D. Manuel Clemente, escreveu aos Diocesanos de Lisboa uma carta pastoral na qual nos mobiliza para o propósito de aproveitar este ano pastoral para “VIVER A LITURGIA COMO LUGAR DE ENCONTRO COM DEUS E TAMBÉM DA COMUNIDADE CRISTÃ ENQUANTO POVO DE DEUS QUE CELEBRA”, de modo a prosseguir o objetivo transversal de “FAZER DA IGREJA UMA REDE DE RELAÇÕES FRATERNAS”, conforme definido na Constituição Sinodal de Lisboa (n. 47 e 60, respetivamente).

É na comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo que se encontra radicada a essência do Ser. A Santissima Trindade é em si uma comunhão de pessoas em relação, à imagem da qual, todos nós fomos feitos. De facto, fomos criados para a relação: nascemos e vivemos para Ser em relação com Deus, com o Outro e com a Natureza. Daqui se compreende que a fé é uma graça que brota desta relação: é uma Graça de Deus, à qual acedemos pelo testemunho da nossa família e da comunidade que nos envolve. Como tal, celebramos a fé em comunidade, encontrando um irmão em cada um dos seus membros, pois em Cristo, Pelo Espírito Santo nos tornamos Filhos do Pai. É a partir desta relação fraterna que se desenha a comunidade cristã, verdadeira família de famílias. E para a alimentar, precisamos regularmente do encontro e da celebração com aquele que verdadeiramente nos torna Filhos: Jesus Cristo. Este encontro, através da Palavra e da Comunhão do Corpo de Cristo, é o centro da vida cristã, pelo que, como nos propõe o Patriarca de Lisboa, devemos aproveitar bem este ano para procurar com ainda maior afinco o Bem, o Bom e o Belo, presente na liturgia. 

Recorrendo à Constituição Sinodal de Lisboa (CSL), D. Manuel Clemente aponta-nos três linhas orientadoras muito claras:

  1.  A qualidade do espaço e da celebração. 
  2. A comunidade que escuta realmente o seu Deus. 
  3. Formação e mistagogia para entender o que se celebra.

Em resposta a este desafio, ao longo deste ano o Setor da Pastoral Familiar gostaria de “ajudar as famílias a redescobrirem-se como igrejas domésticas, onde a celebração da eucaristia Dominical em família se prolongue para o quotidiano da vida doméstica. Seria bom que se cultivasse a simplicidade de uma liturgia familiar: as conversas à luz da fé, o terço, a partilha da Palavra, as ações de graças à refeição, as celebrações do aniversário de vida, de batismo e de casamento, as orações da noite em família, a liturgia das horas, entre tantas outras possibilidades de encontro profundo com Deus e com os outros.” (cf. Programa Pastoral Diocesano).

Nuno Fortes


Ainda na edição do Familiarmente deste mês de outubro de 2018:

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