PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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ComTributo à Igreja - Março 2018

ComTributo à Igreja - Março 2018

Sobre a Alegria do Amor,

Continuação do Capítulo V.

Num tempo, em que predomina o “eu”, o Papa Francisco, lembra-nos e que “Quem quebra os laços com a história terá dificuldade em tecer relações estáveis e reconhecer que não é o dono da realidade. “ … “A falta de memória histórica é um defeito grave da nossa sociedade. É a mentalidade imatura do «já está ultrapassado». Conhecer e ser capaz de tomar posição perante os acontecimentos passados é a única possibilidade de construir um futuro que tenha sentido. Não se pode educar sem memória: «Recordai os dias passados.» As histórias dos idosos fazem muito bem às crianças e aos jovens, porque os ligam à história vivida tanto pela família como pela vizinhança e o país.” Apela-nos que as “… famílias um lugar onde as crianças possam lançar possam lançar raízes no terreno de uma história colectiva.”

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ComTributo à Igreja - fevereiro de 2018

ComTributo à Igreja - fevereiro de 2018

Continuação do Capítulo V.

“As famílias cristãs não esqueçam que «a fé não nos tira do mundo, mas insere-se mais profundamente nele.(…)  A família não deve imaginar-se como um recinto fechado, procurando proteger-se da sociedade.” O Papa Francisco, cita um poema de Mário Benedetti, para indicar-nos que o casal deve ter consciência dos deveres sociais e isto não diminui o amor que os une:

Continuar... ComTributo à Igreja - fevereiro de 2018

ComTributo à Igreja - janeiro de 2018

ComTributo à Igreja - janeiro de 2018Sobre o Capítulo V da Amoris Laetitia.

Amor de mãe e de pai

O Papa Francisco, reforça a ideia de que: “Toda a criança tem direito a receber o amor de uma mãe e de um pai, ambos necessários para o seu amadurecimento íntegro e harmonioso.” “Não se trata apenas do amor do pai e da mãe separadamente, mas também do amor entre eles, captado como fonte da própria existência, como ninho acolhedor e como fundamento da família.” “Além disso, é juntos que eles ensinam o valor da reciprocidade, do encontro entre seres diferentes, onde cada um contribui com a sua própria identidade e sabe também receber do outro.”

Continuar... ComTributo à Igreja - janeiro de 2018

ComTributo à Igreja - novembro de 2017

ComTributo à Igreja - novembro de 2017

Continuação do Capítulo IV da Amoris Laetitia

Matrimónio e virgindade: “São Paulo recomendava a virgindade, porque esperava para breve o regresso de Jesus Cristo e queria que todos se concentrassem apenas na evangelização: «O tempo é breve.» Contundo, deixa claro que era uma opinião pessoal e um desejo dele, não uma exigência de Cristo: «Não tenho nenhum preceito do Senhor.»” “Enquanto a virgindade é um sinal «escatológico» de Cristo ressuscitado, o matrimónio é um sinal «histórico» para nós caminharmos na Terra, um sinal de Cristo terreno que aceitou unir-Se a nós e Se deu ao derramamento do seu sangue.”

Continuar... ComTributo à Igreja - novembro de 2017

ComTributo à Igreja: Amor apaixonado

ComTributo à Igreja: Amor apaixonadoContinuação do Capítulo IV.

Relembra-nos o Papa Francisco a Gaudium et spes : «Todos os místicos afirmaram que o amor sobrenatural e o amor celeste encontram os símbolos que procuram mais no amor matrimonial do que na amizade, no sentimento filial ou na dedicação a uma causa. E o motivo encontra-se precisamente na sua totalidade.»

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Os avós e o tesouro da fé

Os avós e o tesouro da féJá o apóstolo São Paulo nos recordava da importância das avós na transmissão da fé quando na segunda Epístola a Timóteo dizia “Pois trago à memória a tua fé sem fingimento, que se encontrava já na tua avó Loide e na tua mãe Eunice e que, estou seguro, se encontra também em ti.” (2Tm 1, 5). Assim o era há 2.000 anos e assim continua a ser hoje, em que frequentemente são os avós os primeiros catequistas das crianças, ensinando-lhes as suas primeiras orações, além da transmissão de tantos ensinamentos próprios da sabedoria adquirida com a idade. Os avós são a memória viva da família. Como tal, importa valorizar o seu papel na educação das nossas crianças e jovens, proporcionando espaços de encontro entre avós e netos (muitas vezes distantes devido às vicissitudes da vida quotidiana). Na mensagem que escreveu a respeito do dia dos avós, que celebrámos no passado dia 26 de Julho, a Comissão Episcopal do Laicado e Família alerta-nos para a importância dos avós no despertar da fé, o que aproveitamos para recordar:

Os avós e o tesouro da fé“[...] O Dia dos Avós tem como referência estes dois grandes crentes Joaquim e Ana, avós de Jesus. Eles inspiram os avós de hoje e levam-nos a agradecer-lhes o testemunho admirável de uma fé forte, consolidada numa vida de relação com Deus e alimentada pela prática fiel de uma vida cristã em comunidade.

Os Avós continuam a ser os «grandes catequistas» das novas gerações e os baluartes das famílias e das nossas comunidades cristãs. São testemunhas credíveis de fé cristã na família, na Igreja e na sociedade.

Os Avós crentes, como Joaquim e Ana, transmitem às novas gerações o sentido da fé e da vida, são portadores de uma sabedoria, e experiência que ensinam que uma vida sem valores, sem amor, sem fidelidade, sem doação não tem sentido.

Eles são uma «reserva sapiencial» não só da própria família, mas da Igreja e da sociedade que a Sagrada Escritura nos exorta a valorizar: “Não desprezes os ensinamentos dos anciãos” (Ecl 8,11).

Com maior disponibilidade para a oração, com uma capacidade particular para compreender as situações difíceis e com um forte sentido de solidariedade “os Avôs e as Avós formam um «coro» permanente de um grande santuário espiritual, onde a oração de súplica e o canto de louvor sustentam a comunidade que trabalha e luta no campo da vida” (Papa Francisco).

Agradecemos ao Senhor o dom dos Avós e pedimos para eles, por intercessão de São Joaquim e de Santa Ana, o dom da alegria espiritual e a fortaleza para enfrentarem as dificuldades próprias da sua situação e, porventura, a falta de amor, de atenção e de solicitude que merecem, que lhes são devidas por parte de todos nós - família, Igreja e sociedade. A eles a nossa gratidão, votos de um feliz dia e um grande abraço no Senhor.”

ComTributo à Igreja - Julho 2017

ComTributo à Igreja - Julho 2017

Continuação do Capítulo IV da Amoris Laetitia.

Alegria e Beleza

São Tomás dizia: “…que se usa a palavra «alegria» para se referir à dilatação da amplitude do coração.” ”A beleza – o valor sublime» do outro, que não coincide com os seus atrativos físicos ou psicológicos – permite-nos saborear o carácter sagrado da pessoa, sem a imperiosa necessidade de a possuir.”

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ComTributo à Igreja - Abril 2017

ComTributo à Igreja - Abril 2017

ComTributo à Igreja

Continuação do Capítulo IV

 

Atitude de serviço

São Paulo ensina-nos “… que o amor não é apenas um sentimento, mas deve ser entendido no sentido que o verbo «amar» tem em hebraico: «fazer o bem». Como dizia Santo Inácio de Loiola, «o amor deve ser colocado mais nas obras do que nas palavras».

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