PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

RSS Feed Facebook Subscreva a nossa Newsletter Contacte-nos

A tempo e horas …

A tempo e horas …Porque andamos a correr, perdendo imensas oportunidades de viver uma vida com sentido?

Porque será que marido/mulher não melhoram o tempo de diálogo, na sua missão de casal e no fiel compromisso de se assistirem na saúde e na doença, na abastança ou na pobreza, todos os dias da sua vida?

Porque haverá tantos pais que olham mais para o seu telemóvel ou tablet, em vez de olharem os seus próprios filhos nos olhos, desprezando a sua missão de educar no amor? Deixam assim de criar momentos de intimidade e de partilha que poderiam gerar confiança.

Ainda estamos a tempo! 

Porque é preciso chegar a horas…

Continuar... A tempo e horas …

ComTributo à Igreja - Familiarmente de Maio 2018

ComTributo à Igreja - Familiarmente de Maio 2018

Continuação do Capítulo VI.

 

“Como justamente disseram os bispos de Itália, aqueles que se casam são, para as comunidades cristãs, «um recurso precioso, porque, esforçando-se sinceramente por crescer no amor e no dom recíproco, podem contribuir para renovar o próprio tecido de todo o corpo eclesial: a forma particular de amizade que vivem pode tornar-se contagiosa, fazendo crescer na amizade e na fraternidade a comunidade cristã de que fazem parte».” É muito importante que “…através das famílias missionárias, das próprias famílias dos noivos e de vários recursos pastorais – para oferecer uma preparação remota que faça amadurecer o amor deles com um acompanhamento rico de proximidade e testemunho.” O tempo de namoro, é muito importante, sendo que “Os noivos deveriam ser incentivados e ajudados a poderem expressar o que cada um espera de um eventual matrimónio, a sua maneira de entender o que é o amor e o compromisso, aquilo que se deseja do outro, o tipo de vida em comum que se quer projectar.” A base deve ser esta. Não tomar nenhuma decisão, apenas, com base no desejo. “Não há nada de mais volúvel, precário e imprevisível que o desejo.” “Infelizmente, muitos chegam às núpcias sem se conhecer. Limitaram-se a divertir-se juntos, a fazer experiências juntos, mas não enfrentaram o desafio de se manifestar a si mesmos e apreender quem é realmente o outro.” “ Tanto a pastoral pré-matrimonial como a matrimonial devem ser antes de mais nada, uma pastoral do vínculo, na qual se ofereçam elementos que ajudem quer a amadurecer o amor, quer a superar os momentos duros. (…) Ao mesmo tempo, na preparação dos noivos, deve ser possível indicar-lhes lugares e pessoas, consultórios ou famílias prontas a ajudar, aonde se poderão dirigir em busca de ajuda se surgirem dificuldades. Mas nunca se deve esquecer de lhes propor a Reconciliação sacramental, que permite colocar os pecados da vida passada e da própria relação sob influxo do perdão misericordioso de Deus e da sua força sanadora.”

 

A preparação da celebração

 

                O Papa dirige-se directamente ao noivos: “Queridos noivos, tende a coragem de ser diferentes, não vos deixeis devorar pela sociedade do consumo e da aparência. O que importa é o amor que vos une, fortalecido e santificado pela graça. Vós sois capazes de optar por uma festa austera e simples, para colocar o amor acima de tudo. Os agentes pastorais e toda a comunidade podem ajudar para que esta prioridade se torne a norma e não a exceção.” O compromisso e a fidelidade ao mesmo, revela-se fundamental: “De facto, pensemos nos danos que produzem, na civilização da comunicação global, o aumento de promessas não mantidas […] A honra à palavra dada, a fidelidade à promessa não se podem comprar nem vender. Não podem ser impostas com a força, nem guardadas sem sacrifício.». Francisco apela “… não seria bom chegarem ao matrimónio sem ter rezado juntos, um pelo outro, pedindo ajuda a Deus para serem fiéis e generosos, perguntando juntos a Deus o que espera deles, e inclusive consagrando o seu amor diante de uma imagem de Maria. Quem os acompanha na preparação do matrimónio deveria orientá-los para que saibam viver estes momentos de oração, que lhes podem fazer muito bem.”

 

Bruno de Jesus

 

ComTributo à Igreja - Março 2018

ComTributo à Igreja - Março 2018

Sobre a Alegria do Amor,

Continuação do Capítulo V.

Num tempo, em que predomina o “eu”, o Papa Francisco, lembra-nos e que “Quem quebra os laços com a história terá dificuldade em tecer relações estáveis e reconhecer que não é o dono da realidade. “ … “A falta de memória histórica é um defeito grave da nossa sociedade. É a mentalidade imatura do «já está ultrapassado». Conhecer e ser capaz de tomar posição perante os acontecimentos passados é a única possibilidade de construir um futuro que tenha sentido. Não se pode educar sem memória: «Recordai os dias passados.» As histórias dos idosos fazem muito bem às crianças e aos jovens, porque os ligam à história vivida tanto pela família como pela vizinhança e o país.” Apela-nos que as “… famílias um lugar onde as crianças possam lançar possam lançar raízes no terreno de uma história colectiva.”

Continuar... ComTributo à Igreja - Março 2018

ComTributo à Igreja - fevereiro de 2018

ComTributo à Igreja - fevereiro de 2018

Continuação do Capítulo V.

“As famílias cristãs não esqueçam que «a fé não nos tira do mundo, mas insere-se mais profundamente nele.(…)  A família não deve imaginar-se como um recinto fechado, procurando proteger-se da sociedade.” O Papa Francisco, cita um poema de Mário Benedetti, para indicar-nos que o casal deve ter consciência dos deveres sociais e isto não diminui o amor que os une:

Continuar... ComTributo à Igreja - fevereiro de 2018

ComTributo à Igreja - janeiro de 2018

ComTributo à Igreja - janeiro de 2018Sobre o Capítulo V da Amoris Laetitia.

Amor de mãe e de pai

O Papa Francisco, reforça a ideia de que: “Toda a criança tem direito a receber o amor de uma mãe e de um pai, ambos necessários para o seu amadurecimento íntegro e harmonioso.” “Não se trata apenas do amor do pai e da mãe separadamente, mas também do amor entre eles, captado como fonte da própria existência, como ninho acolhedor e como fundamento da família.” “Além disso, é juntos que eles ensinam o valor da reciprocidade, do encontro entre seres diferentes, onde cada um contribui com a sua própria identidade e sabe também receber do outro.”

Continuar... ComTributo à Igreja - janeiro de 2018

ComTributo à Igreja - novembro de 2017

ComTributo à Igreja - novembro de 2017

Continuação do Capítulo IV da Amoris Laetitia

Matrimónio e virgindade: “São Paulo recomendava a virgindade, porque esperava para breve o regresso de Jesus Cristo e queria que todos se concentrassem apenas na evangelização: «O tempo é breve.» Contundo, deixa claro que era uma opinião pessoal e um desejo dele, não uma exigência de Cristo: «Não tenho nenhum preceito do Senhor.»” “Enquanto a virgindade é um sinal «escatológico» de Cristo ressuscitado, o matrimónio é um sinal «histórico» para nós caminharmos na Terra, um sinal de Cristo terreno que aceitou unir-Se a nós e Se deu ao derramamento do seu sangue.”

Continuar... ComTributo à Igreja - novembro de 2017

ComTributo à Igreja: Amor apaixonado

ComTributo à Igreja: Amor apaixonadoContinuação do Capítulo IV.

Relembra-nos o Papa Francisco a Gaudium et spes : «Todos os místicos afirmaram que o amor sobrenatural e o amor celeste encontram os símbolos que procuram mais no amor matrimonial do que na amizade, no sentimento filial ou na dedicação a uma causa. E o motivo encontra-se precisamente na sua totalidade.»

Continuar... ComTributo à Igreja: Amor apaixonado

Os avós e o tesouro da fé

Os avós e o tesouro da féJá o apóstolo São Paulo nos recordava da importância das avós na transmissão da fé quando na segunda Epístola a Timóteo dizia “Pois trago à memória a tua fé sem fingimento, que se encontrava já na tua avó Loide e na tua mãe Eunice e que, estou seguro, se encontra também em ti.” (2Tm 1, 5). Assim o era há 2.000 anos e assim continua a ser hoje, em que frequentemente são os avós os primeiros catequistas das crianças, ensinando-lhes as suas primeiras orações, além da transmissão de tantos ensinamentos próprios da sabedoria adquirida com a idade. Os avós são a memória viva da família. Como tal, importa valorizar o seu papel na educação das nossas crianças e jovens, proporcionando espaços de encontro entre avós e netos (muitas vezes distantes devido às vicissitudes da vida quotidiana). Na mensagem que escreveu a respeito do dia dos avós, que celebrámos no passado dia 26 de Julho, a Comissão Episcopal do Laicado e Família alerta-nos para a importância dos avós no despertar da fé, o que aproveitamos para recordar:

Os avós e o tesouro da fé“[...] O Dia dos Avós tem como referência estes dois grandes crentes Joaquim e Ana, avós de Jesus. Eles inspiram os avós de hoje e levam-nos a agradecer-lhes o testemunho admirável de uma fé forte, consolidada numa vida de relação com Deus e alimentada pela prática fiel de uma vida cristã em comunidade.

Os Avós continuam a ser os «grandes catequistas» das novas gerações e os baluartes das famílias e das nossas comunidades cristãs. São testemunhas credíveis de fé cristã na família, na Igreja e na sociedade.

Os Avós crentes, como Joaquim e Ana, transmitem às novas gerações o sentido da fé e da vida, são portadores de uma sabedoria, e experiência que ensinam que uma vida sem valores, sem amor, sem fidelidade, sem doação não tem sentido.

Eles são uma «reserva sapiencial» não só da própria família, mas da Igreja e da sociedade que a Sagrada Escritura nos exorta a valorizar: “Não desprezes os ensinamentos dos anciãos” (Ecl 8,11).

Com maior disponibilidade para a oração, com uma capacidade particular para compreender as situações difíceis e com um forte sentido de solidariedade “os Avôs e as Avós formam um «coro» permanente de um grande santuário espiritual, onde a oração de súplica e o canto de louvor sustentam a comunidade que trabalha e luta no campo da vida” (Papa Francisco).

Agradecemos ao Senhor o dom dos Avós e pedimos para eles, por intercessão de São Joaquim e de Santa Ana, o dom da alegria espiritual e a fortaleza para enfrentarem as dificuldades próprias da sua situação e, porventura, a falta de amor, de atenção e de solicitude que merecem, que lhes são devidas por parte de todos nós - família, Igreja e sociedade. A eles a nossa gratidão, votos de um feliz dia e um grande abraço no Senhor.”

Próximos eventos

05maio
Dom. maio 05, 2019
Dia da Mãe
12maio
Dom. maio 12, 2019
Semana da Vida
18maio
31maio
Sex. maio 31, 2019
Dia dos irmãos
01Jun.
Sáb. Jun. 01, 2019
Dia da criança