PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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Catequese doméstica: A família e a Igreja (nº52 a 55 do Relatório final do Sínodo dos Bispos)

Catequese doméstica: A família e a Igreja (nº52 a 55 do Relatório final do Sínodo dos Bispos)Igreja e Família andam de mãos dadas, como um homem e mulher que passeiam apaixonados.

É um dom poder ter uma Família que está envolvida em algo maior que ela, que é a Família Igreja.

É muito importante a Igreja para a Família e a Família para a Igreja.

O que torna uma relação forte e segura, é o seu nível de compromisso.

Não que deixe de ter dificuldades por esse facto (embora ajude a ter menos), mas sim porque quando elas aparecem, temos a graça de termos algo seguro para nos levantarmos.

Muitas vezes, para além do casamento, temos de facto um compromisso com a Igreja e com a respectiva comunidade cristã, que de facto é algo baluarte da nossa vida.

Sentirmos pertença de algo maior que a minha família, faz-nos lembrar que pertencemos a algo ainda maior: Deus.

É missão da Igreja acompanhar situações, que infelizmente, culminam na separação do casal.

Quando isto é uma realidade, é importante garantir que tudo se fará para minimizar os danos próprios e colaterais.

É preciso, uma vez que o casal já não funciona como tal, assegurar que cada um não se destrua pessoalmente, bem como garantir que os filhos vão sofrer o menos possível. A Igreja àqueles que participam na sua vida de forma imperfeita, deve-lhes apresentar um caminho. Primeiramente de conversão, para ajudando-os, possam no futuro tomar uma escolha mais consciente e coerente.

Devemos pois acolher e acompanhar, independentemente da situação que nos "bata à porta".

A forma que melhor podemos aplicar, em casos de profunda dor familiar, é a Misericórdia, neste que é o Ano da Misericórdia.

E a Misericórdia é o anunciar a verdade com a alegria do amor.

Ou seja, nunca devemos deixar de dizer o que Jesus nos ensinou. Essa é a verdade é só a verdade salva.

Agora a forma como anunciamos e falamos da verdade é que é determinante para não perdermos a pessoa.

Daqui que quando falamos, tem que ser sempre com amor, pois nas situações onde há maior dor, o que as pessoas mais sentem falta é do amor que preenche: é do Amor de Deus.

Por Bruno e Sofia de Jesus

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