PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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ComTributo à Igreja - Março 2017

ComTributo à Igreja - Março 2017Continuação do Capítulo III.

Sementes do Verbo e situações imperfeitas

É importante perceber que “… o matrimónio natural compreende-se plenamente À luz da sua realização sacramental: só fixando o olhar em Cristo é que se conhece cabalmente a verdade das relações humanas.” O Papa Francisco  diz-nos “… que «toda a pessoa que deseja formar, neste mundo, uma família que ensine os filhos a alegrar-se por cada acção que se proponha vencer o mal – uma família que mostre que o Espírito está vivo e operante – encontrará gratidão e estima, independentemente do povo, região ou religião a que pertença».” Quando ocorrem situações difíceis e que deixam famílias feridas” Saibam os pastores que, por amor à verdade, estão obrigados a discernir bem as situações.”

 A transmissão da vida e a educação dos filhos

Refere-se neste ponto, uma palavra de apreço que não podem ter filhos, mas antes explicando que “O matrimónio é, em primeiro lugar, uma «íntima comunidade da vida e do amor conjugal», que constitui um bem para os próprios esposos; e a sexualidade «ordena-se para o amor conjugal do homem e da mulher». Por isso, também «os esposos a quem Deus não concedeu a graça de ter filhos podem ter uma vida conjugal cheia de sentido, humana e cristãmente falando».

Neste momento, em que na sociedade ocidental, se fala tanto sobre a questão do aborto, é-nos dito “…que de modo nenhum se pode afirmar como um direito sobre o próprio corpo a possibilidade de tomar decisões sobre esta vida que é fim em si mesma e nunca poderá ser objecto de domínio de outro ser humano.”

Um alerta, deixa-nos o Santo Padre “que a educação integral dos filhos é, simultaneamente, «dever gravíssimo» e «direito primário» dos pais. Não é apenas um encargo ou um peso, mas também um direito essencial e insubstituível que estão chamados a defender e que ninguém deveria pretender tirar-lhes. O Estado oferece um serviço educativo de maneira subsidiária, acompanhando a função não delegável dos pais, que têm o direito de poder escolher livremente o tipo de educação – acessível e de qualidade – que querem dar aos seus filhos, de acordo com as suas convicções. A escola não substitui os pais; serve-lhes de complemento. Este é um princípio básico: «Qualquer outro participante no processo educativo não pode agir senão em nome dos pais, com o seu consenso e, em certa medida, até mesmo por seu encargo.»”

 Capítulo IV – O Amor no Matrimónio

Quando é contraído “…o sacramento do matrimónio destina-se, antes de mais nada, «a aperfeiçoar o amor dos cônjuges».”

Paciência

No matrimónio é necessário unir olhares, mas muitas vezes é necessário abdicar por amor. “Uma pessoa mostra-se paciente, quando não se deixa levar pelos impulsos interiores e evita agredir.”…”O problema surge quando exigimos que as relações sejam idílicas, ou que as pessoas sejam perfeitas, ou quando nos colocamos no centro à espera que se cumpra unicamente a nossa vontade.” Somos todos irmãos e filhos do mesmo Pai. “O amor possui sempre um sentido de profunda compaixão, que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, mesmo quando age de modo diferente daquilo que eu desejaria.”

 

Bruno de Jesus

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