PASTORAL DA FAMÍLIA

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ComTributo à Igreja - novembro de 2017

ComTributo à Igreja - novembro de 2017

Continuação do Capítulo IV da Amoris Laetitia

Matrimónio e virgindade: “São Paulo recomendava a virgindade, porque esperava para breve o regresso de Jesus Cristo e queria que todos se concentrassem apenas na evangelização: «O tempo é breve.» Contundo, deixa claro que era uma opinião pessoal e um desejo dele, não uma exigência de Cristo: «Não tenho nenhum preceito do Senhor.»” “Enquanto a virgindade é um sinal «escatológico» de Cristo ressuscitado, o matrimónio é um sinal «histórico» para nós caminharmos na Terra, um sinal de Cristo terreno que aceitou unir-Se a nós e Se deu ao derramamento do seu sangue.”

A transformação do amor: “O prolongamento da vida provocou algo que não era comum noutros tempos: a relação íntima e a mútua pertença devem ser mantidas durante quatro, cinco ou seis décadas, e isto gera a necessidade de renovar repetidas vezes a recíproca escolha. Talvez o cônjuge já não esteja apaixonado com um desejo sexual intenso que o atraia para outra pessoa, mas sente o prazer de lhe pertencer e que esta pessoa lhe pertença, de saber que não está só, de ter um «cúmplice» que conhece tudo da sua vida e da sua história e tudo partilha.”

Capítulo V - O Amor que se torna fecundo

O Papa Francisco começa este capítulo por uma frase taxativa: ”O amor dá sempre vida. 

Acolher uma nova vida: No que aos nascimentos diz respeito “É a beleza de ser amado primeiro: os filhos são amados antes de chegarem» Isto mostra-nos o primado do amor de Deus que toma sempre a iniciativa, porque os filhos «são amados antes de terem feito algo para o merecer». Aos pais, “…Deus concede-lhes fazer a escolha do nome com que Ele chamará cada um dos seus filhos por toda a eternidade.” “As famílias numerosas são uma alegria para a Igreja.”

O amor na expectativa própria da gravidez: “Não é possível uma família sem o sonho. (…) Neste sonho, para um casal cristão, aparece necessariamente o batismo. Os pais preparam-no com a sua oração, confiando o filho a Jesus já antes do seu nascimento. Atualmente, com os progressos feitos pela ciência, é possível saber de antemão a cor que terá o cabelo da criança e as doenças que poderá ter no futuro, porque todas as características somáticas daquela pessoa estão inscritas no seu código genético já no estado embrionário. Mas conhecê-lo em plenitude, só consegue o Pai do Céu que o criou: o mais precioso, o mais importante só Ele conhece, pois é Ele que sabe quem é aquela criança, qual a sua identidade mais profunda. (…) A cada mulher grávida, quero pedir-lhe afetuosamente: Cuida da tua alegria, que nada te tire a alegria interior da maternidade. Aquela criança merece a tua alegria. Não permitas que os medos, as preocupações, os comentários alheios ou os problemas apaguem esta felicidade de ser instrumento de Deus para trazer uma nova vida ao mundo.”

Bruno de Jesus

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