PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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Divorciados recasados

 Divorciados recasadosQuando questionado sobre o direito ao divórcio, recordando o plano criador de Deus que criou homem e mulher para constituir um só, Jesus afirma “o que Deus uniu não o separe o homem” (Mt 19, 6). Nesta frase encontra-se explícita a indissolubilidade do matrimónio cristão - ao ser estabelecido por Deus, o matrimónio rato (i.e. não havendo impedimentos, os cônjuges pronunciam o consentimento matrimonial no contexto da fórmula canónica perante um sacerdote ou diácono e pelo menos duas testemunhas) e consumado constitui-se uma realidade irrevogável, orientada para o bem dos cônjuges, a procriação e educação dos filhos. Entre os batizados o matrimónio é elevado por Cristo à condição de sacramento, pois a unidade indissolúvel é imagem eficaz do amor esponsal entre Cristo e a Igreja: a doação total dos cônjuges é imagem da entrega de Cristo pela Igreja. Assim, na plena comunhão de amor entre os esposos em e por Cristo, o matrimónio cristão constitui-se como graça que se destina a aperfeiçoar o amor dos cônjuges e a fortalecer a sua unidade indissolúvel. Esta é a referência cristã quando falamos sobre o matrimónio.

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"E quem é o meu próximo?" (Lc 10, 29)

Esta é a pergunta que um doutor da Lei faz a Jesus no relato de Lucas, após tê-lo desafiado a propósito do maior mandamento. Confrontado com esta questão, Jesus conta a parábola do bom samaritano na qual relata a passagem de três personagens da cultura judaica (levita, sacerdote e samaritano) por um homem que jaz na beira da estrada de Jericó, após ter sido assaltado - dos três apenas o samaritano se compadece do homem e cuida dele. Perante a pergunta inicial do doutor da Lei, Jesus termina o relato da parábola com a questão “Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele homem que caiu nas mãos dos salteadores?” Jesus dá novo sentido à questão daquele que o interpelava: o importante não é se o outro é o meu próximo, mas fazer-me próximo dele. Na pergunta de Jesus só cabe uma resposta “o que usou de misericórdia”, ou seja, o samaritano foi aquele que se tornou próximo porque se deu pelo outro. Esta é a renovação que o homem tem de viver para acolher Jesus – aprender a gastar-se pelo outro, por amor ao outro, mesmo aquele que não se conhece. A entrega generosa pelo próximo é amplamente recompensada pelo Senhor.

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A vida é um dom de Deus

A vida é um dom de DeusOs dias de hoje apresentam enormes desafios à fé e ao compromisso cristão. Só quem reconhece verdadeiramente o sentido da própria vida como sendo a vida de Deus que o habita, poderá ter a coragem e a criatividade de fazer passar pelo mundo a santidade que Deus deseja para todos os homens. Deus que é amor, perdão, compromisso com a vida, auxílio do pobre e daquele que sofre.

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“O trabalho dignifica”

“O trabalho dignifica”Dizem os psicólogos que todos nós precisamos de “toques positivos”. Transmite-se um “toque positivo”, quando se dá uma palavra de estímulo, de compreensão e ajuda numa situação difícil, ou quando elogiamos o esforço e o resultado alcançado pelo outro.

Nas relações laborais, esta palavra de estímulo, ou de elogio, é tão importante quanto a necessidade de compreender e aceitar que passamos a vida a sonhar com o Céu, mas o encontro com Jesus faz-se no nosso encontro com os outros: devo ser eu próprio a mostrá-Lo aos outros através de palavras e ações.

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Deus, Criador do ser humano

Deus, Criador do ser humano"Eu acredito em Deus, o Criador do céu e da terra, o Criador do ser humano". Reflexão com base nas Catequeses do Ano da Fé, Bento XVI:

A nossa pergunta de hoje é: na era da ciência e da tecnologia, ainda faz sentido falar de criação? Como devemos entender as narrativas do Genesis? A Bíblia não pretende ser um manual de ciências naturais. A intenção é entender a verdade autêntica e as coisas profundas.

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A purificação nas cinzas

A purificação nas cinzasA imposição das cinzas é um sacramental que se compreende como sinal ou ação sagrada em que é concedida a bênção dos cristãos a caminho da Quaresma. O arrependimento dos pecados no jejum, oração e exercício da caridade junto dos mais desfavorecidos, são os três pilares para se alcançar uma vida nova à imagem de Cristo Ressuscitado.

Esta celebração está carregada de significado e é dever de todos os que assumem a educação cristã dá-la a conhecer às gerações mais novas, para que se interiorize o sentido da purificação, ou seja, a vontade de vencer o mal, para assumir o caminho do bem.

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Um mundo sem Deus?

Um mundo sem Deus?Ao lançar o Ano da Fé, Bento XVI desafiou os católicos a enfrentarem o avanço da "desertificação espiritual" que se espalhou pelo mundo, nas últimas décadas.

Qual seria o valor de uma vida, de um mundo sem Deus, já se podia perceber no tempo do Concílio a partir de algumas páginas trágicas da história, mas agora, infelizmente, vemo-lo todos os dias à nossa volta: é o vazio que se espalhou.

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