PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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Concurso de Presépios 2014

Concurso de Presépios 2014Agradecemos a generosa partilha de todas as famílias que nos enviaram as fotos e os testemunhos sobre o Natal e os seus presépios. Esta partilha mostrou-se muito enriquecedora, ajudando-nos a celebrar o mistério do Natal, através da contemplação da sua representação no presépio. As fotos e os textos encontram-se publicadas na nossa página do Facebook (https://www.facebook.com/familia.patriarcadolisboa). Nesta edição publicamos a foto e o texto vencedores, que nos foram enviados pela família Neto.

O Presépio na nossa casa

É quase sempre assim, para que esteja pronto a 8 de dezembro.

Começo por ir ao musgo, às ramagens, à procura de serradura.

Retiro as caixas com as figuras, que guardo no teto falso e na cozinha. Tenho saudades de as rever. Algumas são-me muito queridas. Foram sendo adquiridas aqui ou ali, ao longo dos anos. Há também as da minha mãe, as da minha infância e as que os amigos me trazem. Todos os anos compro uma nova, faço dela um presente a mim mesma. Rondo… avalio, escolho… e o presépio vai ficando cada vez maior.

Fica tudo em desalinho. Preparo-me para 2 dias de trabalho. Normalmente, não sei por onde começar, ou como começar. Peço ajuda aos filhos. Quero encontrar uma ideia nova, fazer diferente, pôr histórias nos caminhos, nos recantos, nos segredos do presépio. Enquanto o faço, vou revendo a vida. A minha e a dos que me são próximos.

Um presépio encanta, fascina, deslumbra, provoca. Seja grande ou pequeno, elaborado ou simples. Gosto de presépios de todas as maneiras. O meu olhar detém-se na ternura de Maria e José. O presépio tem tanta humanidade... Significa uma boa nova, uma esperança, uma estrela para seguir, uma luz que irrompe na noite… e nada mais fica igual. A vida em torno da cabana ou da gruta tem agora um outro sentido. Nos que trabalham a terra, nos que guardam as ovelhas, nos que se deslocam nos caminhos de serradura, no moleiro, no pescador, no tosquiador, no ferrador, na senhora do poço.. Na aldeia do meu presépio, a pouco e pouco vão-se apercebendo do nascimento do menino. E acordando. Também os reis saem dos seus castelos. E tantos outros. Nós também.

Presépio feito. Os filhos aprovam. A família gosta. Depois vêm os amigos visitar. E ficam a olhar. E ficam a conversar. E ficam a rezar.

É assim o Natal e o presépio na nossa casa.

texto da Família Neto, publicado na rubrica Familiarmente do Jornal Voz da Verdade de 11 de Janeiro de 2015

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