PASTORAL DA FAMÍLIA

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Ecos das XXVIII Jornadas Nacionais da Pastoral da Família

Ecos das XXVIII Jornadas Nacionais da Pastoral da Família

O tema das XXVIII Jornadas de Pastoral Familiar - A alegria do amor e os desafios à Pastoral Familiar - retrata de forma sintética o que foi vivido no fim-de-semana de 22 e 23 de Outubro, em Fátima.

O encontro teve como ponto de partida uma abordagem, por D. António Marto, aos vários capítulos da exortação apostólica pós-sinodal do Papa Francisco, Amoris Laetitia. Os temas centrais em debate, sempre com a encíclica como pano de fundo, foram Preparar o matrimónio e acompanhar os casais novos, pelo sacerdote jesuíta, Carlos Carneiro e Acompanhar, discernir e integrar as situações “irregulares”: a liberdade e a responsabilidade do bispo diocesano, pelo Cónego Arnaldo de Pinho. Houve ainda uma partilha vivencial de um casal recasado e outra do padre Amaro Lopes. As diversas intervenções deixaram vários desafios pastorais, entre os quais destacamos:

  • A “Alegria do Amor” é um documento riquíssimo que deve ser lido e relido (individualmente, em casal, em família, em comunidade);
  • A nossa pastoral deve ser alegre, acolhedora e de proximidade. Temos que ser autocríticos: menos cursos e mais acompanhamento; linguagem menos arcaica; maior cuidado com o excessivo moralismo e idealização;
  • Devemos ser mais ousados na preparação para o matrimónio: 1) Reconhecer a Igreja; 2) Integração na vida da Igreja; 3) Preparação imediata para a vida de casal. Queremos realizar muitos matrimónios ou preparar noivos para viverem o Evangelho? Salientou-se que a preparação para o matrimónio deve começar no nascimento, alimentar-se do exemplo de vida matrimonial dos pais e da família e continuar a descoberta vocacional na catequese, grupos de jovens, aulas de EMRC, grupos de namorados, pastoral universitária...
  • O matrimónio deve ser visto como um dom em que o Amor “tudo crê, tudo espera, tudo suporta”. Há muita gente disposta a discernir, mas temos que os desafiar e que acreditar mais no Evangelho.
  • Nenhum casal está definitivamente excluído da Misericórdia de Deus. As "situações irregulares" implicam um acompanhamento sério e responsável, que leve ao discernimento e à posterior integração na comunidade. É importante que cada Diocese crie uma equipa de apoio (sacerdotes, teólogos, casais) para acompanhamento destas situações.

É tempo de agir, de levar estas reflexões para as nossas comunidades e para as nossas famílias. As comunidades devem ser familiares, com espirito familiar, e deve haver entrosamento entre os vários grupos para que as nossas comunidades sejam verdadeiras famílias de famílias.

Sofia e Bruno de Jesus 

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