PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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Testemunho: A importância da oração em família

Testemunho: A importância da oração em família

Desde o tempo de namoro cultivámos a oração a dois; recordamos em especial a oração do terço antes de alguma decisão ou em situações de falta de consenso. Apesar de nem sempre ser espontâneo ou atrativo rezar, o resultado era compensador: paz e alegria. Tínhamos o sonho de construir um casamento sólido e a consciência de que o decisivo não era apenas encontrar a “pessoa certa”, mas convidar Deus para nos ajudar a construir o nosso futuro lar. Depois de um ano de namoro, procurámos outros pares para formaram connosco um grupo de namorados no Movimento de Schoenstatt.

Após o casamento e com o nascimento dos nossos 4 filhos, sempre os levámos à Missa. No início, o nosso lugar era estrategicamente ao pé da porta para saídas de emergência quando resolviam soltar os pulmões. Agora, a perseverança na participação da Missa em família está a dar os seus frutos com a autonomia dos mais velhos, que já vão sozinhos à Missa na Igreja Paroquial de Cascais quando os seus horários não se conjugam com os nossos.

Em casa, com os três filhos mais velhos aconchegados na cama de casal, líamos as histórias da Bíblia. Entretanto cresceram e fomos perdendo o hábito de rezar juntos até que a nossa filha mais nova percebeu que se dissesse “olação” conseguia negociar mais algum tempo acordada. Durante bastante tempo, invariavelmente, era a mais pequenina da casa a convocar todos para a oração da noite. Recentemente a nossa filha mais velha decidiu ir para numerária da Opus Dei e agora é ela que vem pedir: “querem rezar o terço?” e, mais uma vez, uma filha nos desarma juntando a nós um ou outro dos filhos no nosso Santuário-lar.

Pouco tempo depois de casar constituímos um grupo de casais, a União Apostólica de Famílias de Schoenstatt. Tem sido decisivo para a nossa família a convivência e o exemplo destas famílias, acompanhadas por um Sacerdote e Irmã. A oração em comum e de uns pelos outros nesta família de famílias é um dos fatores que pode explicar que cada um dos 8 casais resista sólido à passagem dos anos: “Família que reza unida permanece unida”.

                                                      Margarida e Miguel Santos Jorge

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