PASTORAL DA FAMÍLIA

PATRIARCADO DE LISBOA

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Jovens

É essencial que os pais conheçam o mundo onde vivem os filhos, informando-se, conversando com outros pais e também com os amigos dos filhos para que percebam melhor determinados comportamentos característicos das várias fases da vida dos filhos.

 A “noite” é sinónimo de liberdade, longe dos olhares reprovadores dos pais e simboliza o fim da infância e o início da vida adulta.

Resta aos pais descobrir a melhor forma de agir com os filhos perante os novos desafios que surgem na adolescência.

Os pais devem ter uma atitude aberta para com os filhos, procurando perceber que a adolescência implica sempre mudanças profundas nos hábitos da família.

O diálogo é uma ferramenta preciosa que os pais devem utilizar desde a infância e na adolescência é uma boa forma de agir preventivamente em relação a diversos riscos que farão parte do quotidiano do jovem.

A adolescência é uma faixa etária de transição. No que diz respeito às relações interpessoais, implica também o abandono da família como grupo privilegiado, associado a uma aproximação ao grupo daqueles que toma como seus pares.

Estudos feitos nas últimas décadas mostram que cerca de 25% das famílias têm conflitos com os adolescentes. Normalmente esses conflitos devem-se sobretudo às rotinas familiares, ao facto de haver horas para entrar em casa, aos namoros, às notas escolares, à aparência física, aos hábitos alimentares ou à ruptura com a prática dominical.

O adolescente precisa de ter privacidade para crescer emocionalmente. A privacidade dos jovens não deve ser corrompida pelos pais. Não se espere que o filho conte tudo com todos os pormenores sobre o que aconteceu durante a saída à noite, ou numa festa com outros amigos. Os pais devem estar disponíveis para ouvir o filho e nunca podem invadir essa privacidade seguindo-o na rua, ou lendo as suas mensagens no telemóvel.

Definir bem os limites, ser flexível mas coerente na exigência do cumprimento das normas, parece ser a chave para a formação de uma personalidade do adolescente que o prepare para as experiências próprias desta idade, mas sem correr grandes riscos por já saber tomar as decisões adequadas.

Os jovens têm de ser motivados desde os primeiros tempos da catequese para uma acção de intervenção social. As visitas ao Centro de Dia que normalmente está a funcionar em estreita ligação com a paróquia, o incentivo à atenção e carinho a dedicar a um familiar idoso, podem ser os primeiros passos a dar para uma tomada de consciência da necessidade de uma acção sócio-caritativa.

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